Judith Hopf

Berlim, Alemanha

JUDITH HOPF (n. 1969, Karlsruhe, Alemanha)

Vive e trabalha em Berlim.

Judith Hopf desenvolve um corpo de trabalho que, através do desenho, escultura, vídeo e performance, explora o comportamento humano bem como as suas dinâmicas e códigos sociais. Antropomorfiza, frequentemente, objetos do quotidiano, dando-lhes braços, cabelo, pernas ou cara, questionando a sua função e uso. Através de uma exploração do absurdo, Hopf questiona o estatuto da obra de arte.

Professora e vice-reitora de Belas Artes na Academia Städelschule, em Frankfurt, a alemã integrou uma proeminente geração de artistas berlinenses da década de 1990 e organizou exposições com colegas artistas na livraria berlinense b books.  Distinguida com o Ruth Baumgarte Art Award (2015) e o Gasag Art Prize (2003), das suas  exposições individuais destacam-se: Out, Statens Museum for Kunst, Copenhaga (2018); Stepping Stairs, KW Institute for Contemporary Art, Berlim (2018); Judith Hopf, Hammer Museum, Los Angeles (2017); Great Hall Exhibitions, Institute of Fine Arts da NYU, Nova Iorque (2017); UP, Deborah Schamoni, Munique (2017); Museion, Bolzano (2016); e On time, Maumaus Escola de Artes Visuais, Lisboa (2014). Das exposições conlectivas destacam-se; La Complainte du Progrès, Musée régional d’art contemporain Languedoc-Roussillon, Sérignan (2018); I’m a Believer, Lenbachhaus, Munique (2018); Knock Knock: Humour In Contemporary Art, South London Gallery, Londres (2018); Further Thoughts on Earthy Materials, Kunsthaus Hamburg e GAK Gesellschaft für Aktuelle Kunst, Bremen (2018); Hard to Picture – A tribute to Ad Reinhardt, Mudam Luxembourg (2017); Le Grand Balcon, La Biennale de Montréal (2016); A Needle Walks into a Haystack, 8a Bienal de Liverpool (2014), e Documenta XIII, Kassel (2012).

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